sábado, 16 de fevereiro de 2013

ESCOLA INTERNACIONAL DE CINEMA E TV DE CUBA ABRE AS INSCRIÇÕES PARA A SELEÇÃO DE ESTUDANTES BRASILEIROS

ESCOLA INTERNACIONAL DE CINEMA E TV DE CUBA
ABRE AS INSCRIÇÕES PARA A SELEÇÃO DE ESTUDANTES BRASILEIROS
  
A Coordenação dos Exames de seleção para a EICTV no Brasil comunica que estão abertas até o dia 9 de março, as inscrições para o Processo Seletivo 2013 / 2016. As provas serão aplicadas nos dias 15 e 16 de março, em cinco cidades: Belo Horizonte / MG, Recife / PE, Florianópolis / SC, Goiânia / GO eBelém / PA.

Serão oferecidas sete especializações - Direção, Produção, Roteiro, Fotografia, Som, Documentário, Edição e TV e Novas Mídias.  Cada candidato deverá optar por apenas uma destas especializações.

Do Brasil, serão selecionados de quatro a seis candidatos que irão fazer parte de um grupo de 40 estudantes de todo o mundo, principalmente da América Latina. O curso tem duração de 3 anos. O início está previsto para setembro de 2013 e término em julho de 2016.

Condições e documentos exigidos no dia 15/03, antesdos exames escritos:

- Ter Idade entre 22 e 29 anos (nascidos entre 1983 e 1991).
- Preencher e enviar por e-mail a ficha de inscrição indicando o local onde fará os exames. O candidato deve levar uma cópia impressa, no dia da prova.
- Pagar a taxa de inscrição de 50 reais (deve ser pago em dinheiro, no dia da prova).
- Apresentar seu currículo impresso.
- Apresentar carta de motivação, com no máximo 5 laudas, que justifique seu interesse em estudar cinema. No caso de este texto estar em português, o candidato deve apresentar uma cópia em espanhol.
- Apresentar um autorretrato do candidato, em qualquer suporte, técnica ou formato.
- Arquivo pessoal (portfólio), com materiais em cine, vídeo, foto fixa, música, artes gráficas, literatura, teatro, imprensa, e outros, em cuja elaboração haja participado ou desempenhado um papel significativo e criativo.

Os documentos e materiais abaixo deverão ser entregues apenas pelos classificados para a entrevista no dia 16/03:

- Certificados de estudos que demonstrem que concluiu dois anos de estudos sistemáticos, técnicos ou universitários em qualquer carreira.
- Certificado médico de aptidão física e mental.
- Seis fotos, tamanho 10x10cm. Uma das fotos deverá ser afixada na ficha de inscrição.

Processo de seleção

Cada candidato responderá à 2 provas escritas: uma prova de conhecimentos gerais e uma prova correspondente à especialização que escolheu. Os candidatos aprovados nas provas escritas passarão por entrevista oral no dia seguinte (16 de março). A comissão julgadora, então, realiza uma pré-seleção indicando os melhores candidatos em cada especialização. Caso haja necessidade, algumas entrevistas serão realizadas no do mingo, dia 17 de março. Os candidatos que tenham vindo de outras cidades terão prioridade, na ordem das entrevistas. Todo o processo é realizado em português. O material e a documentação dos selecionados são enviados, em seguida, para Cuba, para a EICTV. O Conselho Docente da EICTV faz a seleção final. Os nomes dos candidatos selecionados devem ser anunciados na segunda quinzena de junho.

A Prova Específica acontece entre 8h e 11:30h e a Geral, entre 13:30h  e 16:00h, no dia 15 de março.

Matrícula

A matrícula para os três anos tem um custo de cinco mil euros por ano. Forma de pagamento: à vista (em setembro) ou em duas parcelas (setembro e janeiro). O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual subsidia parte do valor da matrícula dos alunos brasileiros sendo o restante pago pelo aluno. Este subsídio cobre integralmente a matrícula do segundo e terceiro anos e parte do primeiro ano do curso.

Os estudantes que ingressam no curso regular têm direito a hospedagem em quartos individuais, alimentação, transporte entre Havana e San Antonio de los Baños, assistência médica primária e de emergência, material escolar e produção integral dos trabalhos em cinema e vídeo.
 Inscrições:

As fichas de inscrição serão disponibilizadas pela internet através dos sites da Associação Curta Minas / ABD-MG (www.curtaminas.com.br), da Fundação Joaquim Nabuco / PE (www.fundaj.gov.br),da SECULT / GO (www.secult.go.gov.br), do SINTRACINE / SC (www.sintracine.org), da Cinemateca Catarinense(www.cinematecacatarinense.org), do Instituto de Artes do Pará (www.iap.pa.gov.br) e pelo blog www.eictvpara.blogspot.com

Após o preenchimento, a ficha de inscrição deve ser enviada por e-mail para eictvbrasil@gmail.com.

Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de los Baños - Cuba

Diretor Geral: Rafael Rosal (Guatemala)
Diretor Docente: Jerónimo Labrada (Cuba)
Coordenadora Acadêmica: Maria Julia Grillo (Cuba)

Coordenação Seleção EICTV 2013 – Brasil
  Coordenação Geral:
Guigo Pádua (eictvbrasil@gmail.com)

Belém:
Afonso Galindo (eictvpara@gmail.com)
9143-5111 /  8342-1531
Instituto de Artes do Pará (IAP)

Florianópolis:
Caroline Marins (eictvsc@gmail.com)             (48) 9915-1366
SINTRACINE (48) 3371-5888
Cinemateca Catarinense (48) 3224-7239

 Goiânia:
Itamar Borges (eictvgo@gmail.com)
(62) 9236-1776
ACINE – GO

Recife:
Cynthia Falcão (canne@fundaj.gov.br)
Fundação Joaquim Nabuco / Canne

Belo Horizonte:
Guigo Pádua (eictvbrasil@gmail.com)
Associação Curta Minas / ABD-MG

Apoio Institucional:
Secretaria do Audiovisual / Ministério da Cultura

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Atualização dos encontros... depois do carnaval


Companheiros de caminhada,

nossos encontros recomeçam a partir de terça-feira, depois do carnaval, dia 18 de fevereiro... 
Vamos assistir e refletir sobre o filme Opinião pública (JABOR, 1967)... 

A seguir daremos continuidade aos encontros/filmes, lembrando que na última terça assistimos ao filme ABC da greve (Leon Hirszman, 1978/90).

Até lá, então!!!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

CHAMADA DE TRABALHOS - Sæculum - Revista de História - n. 28


CHAMADA DE TRABALHOS - Sæculum - Revista de História - n. 28 -

Enviado por: "Carla Mary S. Oliveira" cms-oliveira@uol.com.br  carlaoliveira.geo

Qua, 23 de Jan de 2013 10:52 pm



Saeculum - Revista de História
http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/srh/index>

CHAMADA DE TRABALHOS* - n. 28 - jan./ jun. 2013*

*Dossiê:* História e História da Arte
*Prazo Final para o envio de trabalhos:* 12 de abril de 2013
*Organizadora:* Profª Dra. Carla Mary S. Oliveira
*Qualis Periódicos/ Capes:* B2 - História
*Site:* http://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/srh/index
*
Para contato e dúvidas, envie uma mensagem:* cms-oliveira@uol.com.br
cms-oliveira@uol.com.br>; carla@carlamaryoliveira.pro.br
carla@carlamaryoliveira.pro.br>; carlamary_oliveira@hotmail.com
carlamary_oliveira@hotmail.com>; saeculum@cchla.ufpb.br
saeculum@cchla.ufpb.br>

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

RETOMAMOS OS ENCONTROS


Na última terça assitimos ao premiado documentário Cabra marcado pra morrer do Eduardo Coutinho.

Agora, basta seguir o "antigo calendário" para nos acompanhar.

A próxima reunião será no dia

29 de janeiro, às 14:30.

O filme é Opinião pública do Arnaldo Jabor

Sejam bem-vindos!

SALA HISTÓRIA 3

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

ENCONTROS


CAROS COMPANHEIROS,


NÃO HAVERÁ ENCONTRO HOJE (terça 08/01/2013), AO CONTRARIO DO QUE ESTAVA NO CALENDARIO.

O ADIAMENTO SE DEVE A ALGUNS COMPROMISSOS ACADÊMICOS.



RETOMAMOS NA SEMANA QUE VEM.

ABRAÇOS!!!!


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

SOBRE NOSSOS ENCONTROS


Caros companheiros,


Devido ao nosso confuso calendário pós-greve, não teremos mais encontros no ano de 2012.

Mas, retomaremos nossos debtes e exibições logo nas primeiras semanas de janeiro de 2013. Aguarde os avisos e não pérca a progrmação.



Até lá!

Boas festas e feliz recesso a todos.


PS: Fique ligado, porque temos uma bela programação de cinema no início do ano em Goiânia.
 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

O ruim sempre pode piorar

REGULAÇÃO DA MÍDIA

O ruim sempre pode piorar

Por Venício A. de Lima em 27/11/2012 na edição 722
Apesar do trabalho desenvolvido há décadas por pessoas e/ou entidades da sociedade civil, e apesar do inegável aumento da consciência coletiva sobre a centralidade da mídia na vida cotidiana, não tem havido resposta correspondente dos poderes da República no sentido da proposta e/ou implementação de políticas públicas que promovam a universalização do direito à comunicação em nosso país.
Ao contrário. Ações que representariam avanços relativos, muitas vezes, não são cumpridas, se descaracterizam ou se transformam em inacreditáveis recuos – alguns, com apoio em decisões do Judiciário.
São muitos os exemplos. O principal deles é certamente a própria Constituição de 1988, cuja maioria dos artigos relativos à comunicação social não logrou ser regulamentada decorridos 24 anos de sua promulgação.
Outros, não menos importantes, incluem:
>> O decreto que criava o serviço de retransmissão de TV institucional (RTVIs), que foi revogado dois meses depois (2005);
>> O resultado do trabalho de duas comissões criadas no âmbito do governo federal para propor uma nova regulamentação para as rádios comunitárias (GT 2003 e GTI 2005), que nunca foi levado em conta;
>> O primeiro decreto sobre o modelo de TV digital (2003), que foi substituído por outro apontando para a direção inversa (2006);
>> O pré-projeto que transformava a Ancine em Ancinav (2004) que nunca chegou sequer a se tornar projeto, mas seus opositores foram contemplados com a criação do Fundo Setorial do Audiovisual (2006) e, mais recentemente, com a polêmica Lei 12.485/2011;
>> As diretrizes originais para a comunicação constantes da primeira versão do III Programa Nacional de Direitos Humanos, PNDH3 (2009) foram alteradas menos de cinco meses depois por novo decreto (2010): excluíram-se as eventuais penalidades previstas no caso de desrespeito às regras definidas; e exclui-se a proposta de elaboração de “critérios de acompanhamento editorial” para a criação de um ranking nacional de veículos de comunicação.
>> A convocação e realização da 1ª Confecom – Conferência Nacional de Comunicação, que produziu mais de 600 propostas que jamais saíram do papel (2009);
>> Os três decretos que finalmente geraram um anteprojeto de marco regulatório para a comunicação eletrônica (2005, 2006 e 2010) que nunca se tornou público
E por aí vai.
Temas recorrentes
Há de se registrar ainda decisões do poder Judiciário como:
1.A improcedência da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que sustentava a inconstitucionalidade de quatro artigos do decreto 5820/2006 (TV Digital);
2.A não regulamentação do “direito de resposta” em função da inconstitucionalidade total da antiga Lei de Imprensa;
3.O estabelecimento de uma hierarquia de liberdades que privilegia o direito das empresas sobre o direito do cidadão; e,
4.A recente criação de um Fórum Nacional do Poder Judiciário e Liberdade de Imprensa no Conselho Nacional de Justiça – onde terão assento as principais entidades representantes da grande mídia – com o objetivo de monitorar as ações judiciais que envolvem o que tem sido chamado de “censura judicial”. Na prática, mais uma proteção à liberdade das grandes empresas de mídia em detrimento do direito do cidadão.
Muitas dessas questões têm sido tratadas neste Observatório mais de uma vez, ao longo do tempo. Não há qualquer novidade nisso.
Os conselhos de comunicação
Há, todavia, um exemplo que merece referência especial pela constatação da incrível impotência de atores da sociedade civil – inclusive, de partidos políticos e parlamentares – além da imensa frustação que representa para aqueles que lutam pela universalização da liberdade de expressão no nosso país: os conselhos de comunicação.
A história é conhecida, mas vale um breve resumo. Ponto principal de disputa na Constituinte de 1987-88, a criação de uma agência reguladora nos moldes da FCC americana se transformou, na undécima hora, no Conselho de Comunicação Social, órgão auxiliar do Congresso Nacional (artigo 224). Regulamentado por lei em 1991, só foi instalado 11 anos depois, em 2002. Funcionou por quatro anos e ficou desativado por cerca de seis anos. Recentemente foi reinstalado de forma autoritária e sob protesto da Frentecom e do FNDC. Sua composição não traduz a ideia da Constituição de 1988, de um órgão plural com representação diversa. Há um claro predomínio de interesses empresarias.
Na primeira sessão do novo CCS, um representante da grande mídia propôs reduzir suas funções regimentais para que sua ação de assessoramento se restrinja apenas às demandas do Congresso Nacional, excluindo, por exemplo, a possibilidade de debate e encaminhamento das propostas aprovadas na 1ª Confecom.
Nos 10 estados (e no Distrito Federal) onde as Constituições e a Lei Orgânica preveem conselhos estaduais de comunicação – a exemplo do CCS –, até hoje apenas na Bahia ele foi instalado (2012) e, mesmo assim, com funcionamento precário.
Em pleno século 21, na contramão de países vizinhos e das democracias liberais consolidadas, permanecemos praticamente sem um único espaço democrático institucionalizado onde questões relativas à universalização da liberdade de expressão possam ser sequer debatidas.
No Brasil, no que se refere à regulação democrática da mídia, o ruim pode sempre piorar. E tem piorado.
***
[Venício A. de Lima é jornalista e sociólogo, pesquisador visitante no Departamento de Ciência Política da UFMG (2012/2013), professor de Ciência Política e Comunicação da UnB (aposentado) e autor de Política de Comunicações: um Balanço dos Governos Lula (2003-2010), Editora Publisher Brasil, 2012, entre outros]