As narrativas que empregam linguagem audiovisual e as relações entre História & Cinema têm desafiado pensadores, desde o final do século XIX. O GEPHIS-CINE – o Grupo de Estudos e Pesquisas em História e Narrativas Audiovisuais – têm a finalidade explorar reflexões e pesquisas relacionadas esse campo, debatendo-as, difundindo-as, promovendo ainda a interação com outros segmentos da sociedade. Sejam todos bem-vindos!
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
ADIAMENTO DO ENCONTRO QUE OCORRERIA NA SEMANA QUE VEM
CAROS COMPANHEIROS,
Inmfelizmente, devido a Semana de História e do Seminário de Marxismo e HIstória que ocorrerá na próxima semana, adiaremos nosso encontro da semana que vem para a próxima.
Saudações!!!
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
RESPOSTA AO JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO DE 10 DE NOVEMBRO DE 2012
Nós, historiadores profissionais, sabemos que uma das regras básicas do nosso ofício é a elaboração de um discurso de prova, assentado na pesquisa e na crítica dos vestígios do passado, os documentos . Fernando Rodrigues, por não ter essa formação, talvez desconheça essa regra tão elementar e, por isso, não se deu ao trabalho de ler com atenção o documento que deveria balizar a sua análise (sic) publicada no jornal Folha de São Paulo de 10 de novembro de 2012: o Projeto de Regulamentação da Profissão de Historiador, aprovado no Senado Federal na última quarta-feira. Em nenhum momento este projeto veda que pessoas com outras formações, ou sem formação alguma, escrevam sobre o passado e elaborem narrativas históricas. Apenas estabelece que as instituições onde se realiza o ensino e a pesquisa de História contem com historiadores profissionais em seus quadros, por considerar que, ao longo de sua formação, eles desenvolvem habilidades específicas como a crítica documental e historiográfica e a aquisição de conhecimentos teóricos, metodológicos e técnicos imprescindíveis à investigação científica do passado. Da mesma maneira, a regulamentação pode evitar que continuem a se verificar, nos estabelecimentos de diversos níveis de ensino, situações como a de o professor de História ser obrigado a lecionar Geografia, Sociologia, Educação Artística, entre outras disciplinas, sem ter formação específica para isso (e vice-versa).
Temos certeza que o Senador Cristovam Buarque, tão sensível aos problemas da educação brasileira, apóia esta idéia, pois ela possibilita um ensino mais qualificado.
Temos certeza também que o Senador José Sarney, conhecedor do teor do projeto, está tranqüilo, pois sabe que não vai ser impedido, como nenhum cidadão brasileiro, de escrever sobre a história de seu estado, ou de qualquer período, indivíduo, localidade ou processo. Isso atentaria contra as liberdades democráticas, das quais os historiadores profissionais são grandes defensores.
Fique tranqüilo senhor Fernando Rodrigues, o senhor também poderá escrever sobre história. Só sugerimos que leia os documentos necessários antes de o fazer.
Benito Bisso Schmidt
Presidente da Associação Nacional de História - ANPUH-Brasil
(Gestão 2011-2013)
terça-feira, 20 de novembro de 2012
A SALA OFICIAL DE NOSSOS ENCONTROS NESTE SEMESTRE SERÁ A DO 4 º ANO FILOSOFIA
CAROS companheiros de jornada,
Enfim consegui reservar uma sala na qual faremos todos os nosso encontros deste semestre - isso é um semestre?
A SALA OFICIAL DE NOSSOS ENCONTROS SERÁ A DO
4 º ANO FILOSOFIA - no mesmo andar do xerox e das salas de aulas comuns.
Não sei se tem ar condicionado, mas data show e uma penumbra para exibir os filmes, um "clima", teremos.
Abraços e até lá!
domingo, 18 de novembro de 2012
CALENDÁRIO DE ENCONTROS GEPSHIS – 2 / 2012 corrigido
CALENDÁRIO DE ENCONTROS GEPSHIS
– 2 / 2012
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DIA
/ MÊS
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TEMAS
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FILMES
/TEXTOS /OUTROS
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NOVEMBRO
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Cinema documentário: a
cultura histórica, entre memória e testemunho.
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DISCURSOS
EM DIÁLOGO: FILME / TEXTO - FILME
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06 / 11
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Interpelando o público:
“diálogos” cinematográficos com a cultura histórica
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* Textos:
* ABDALA. Apresentação GT História cultural, 2012.
* SADDI, R. O parafuso da didática da história: o objeto de pesquisa
e o campo de investigação de uma didática da história ampliada. In: Acta Scientiarum. Education
Maringá, v. 34, n. 2, July-Dec., 2012
* POLLAK, Michael. Memória,
esquecimento e silêncio. Estudos Históricos. São Paulo: Vértice; Revista dos
Tribunais, 1989; Associação de Pesquisa e Documentação Histórica – CPDOC/FGV;
pp. 3-15.
(Texto previamente lido/semestre passado. STAM & SHOHAT.
Estereótipo, realismos e luta por representação. In: Critica Imagem Eurocêntrica, 2006.)
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20 / 11
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Documentário (?): CULTURA
HISTÓRICA/TESTEMUNHO
- Independência da Argélia
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FILME: A
batalha de Argel. (1965) PENTECORVO, G.
* STAM & SHOHAT. Cinema terceiro-mundista. In: Critica Imagem Eurocêntrica, 2006.
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27 / 11
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Documentário
CULTURA / HISTÓRICA/TESTEMUNHO:
- Ditadura civil-militar brasileira
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FILME: Cabra
marcado pra morrer. (1984) COUTINHO, Eduardo
* REIS Fº., Daniel A. Ditadura e sociedade: as reconstruções da
memória. In: REIS Fº., Daniel A., RIDENTI, Marcelo e MOTTA, Rodrigo P. S.
(Org.). O golpe e a ditadura militar:
40 anos depois (1964-2004). Bauru: Edusc, 2004: 29-52.
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DEZEMBRO
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11 / 12 /2012
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Documentário TESTEMUNHO DE
ÉPOCA:
- Ditadura civil-militar brasileira
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FILME: A
opinião pública. (1967). JABOR, A.
* KORNIS, Mônica Almeida. História e Cinema: um debate metodológico.
In: Estudos Históricos. Rio de
Janeiro, vol. 5, n. 10, 1992. p. 237-250. Disponível em: http://virtualbib.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/1940/1079.
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JANEIRO
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08
/ 01 / 2013
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Documentário: HISTÓRIA / MEMÓRIA
/ CINEMA.
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FILME: Shoah.
(1985) LANZMAMM, Claude.
* LEVI, P. Os afogados e os
sobreviventes. Trad. Luiz Sérgio Henriques. Rio de Janeiro, Paz
e Terra, 2004.
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22
/ 01 / 2013
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Documentário: CULTURA
HISTÓRICA / CINEMA.
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FILME: Arquitetura
da destruição. (1989) COHEN,
Peter.
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FEVEREIRO
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05 / 02 / 2013
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Documentário: CULTURA
HISTÓRICA / CINEMA.
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FILME: Utopia
e barbárie. (2010) TENDLER, Silvio.
* SILVA, Sávio de Tarso Pereira.
História, documentário e exclusão social. In: NOVOA, J. & BARROS,
J. A. Historia-Cinema: teoria e
representações sociais no cinema. Rio de Janeiro: Apicuri: 2008.
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12/ 02 /2013
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Documentário: CULTURA
HISTÓRICA / TESTEMUNHO DE ÉPOCA / CINEMA.
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FILME: ABC Da Greve (1979 / 90) Hirszman, Leon (DOCUMENTÁRIO)
* SADER, Eder. Quando novos atores
entram em cena. RJ: Paz e Terra, 1988.
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19 / 02 /2013
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Documentário: CULTURA
HISTÓRICA / TESTEMUNHO DE ÉPOCA / CINEMA.
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FILME: Eles não Usam
Black-Tie (1981). Hirszman, Leon
(FICÇÃO)
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012
ANPUH-Brasil – Associação Nacional de História - Notícias - RESPOSTA À REVISTA VEJA
ANPUH-Brasil – Associação Nacional de História - Notícias - RESPOSTA À REVISTA VEJA
RESPOSTA À REVISTA VEJA
09/10/2012Eric Hobsbawm: um dos maiores intelectuais do século XX
Na última segunda-feira, dia 1 de outubro, faleceu o historiador inglês Eric Hobsbawm. Intelectual marxista, foi responsável por vasta obra a respeito da formação do capitalismo, do nascimento da classe operária, das culturas do mundo contemporâneo, bem como das perspectivas para o pensamento de esquerda no século XXI. Hobsbawm, com uma obra dotada de rigor, criatividade e profundo conhecimento empírico dos temas que tratava, formou gerações de intelectuais. Ao lado de E. P. Thompson e Christopher Hill liderou a geração de historiadores marxistas ingleses que superaram o doutrinarismo e a ortodoxia dominantes quando do apogeu do stalinismo. Deu voz aos homens e mulheres que sequer sabiam escrever. Que sequer imaginavam que, em suas greves, motins ou mesmo festas que organizavam, estavam a fazer História. Entendeu assim, o cotidiano e as estratégias de vida daqueles milhares que viveram as agruras do desenvolvimento capitalista. Mas Hobsbawm não foi apenas um "acadêmico", no sentido de reduzir sua ação aos limites da sala de aula ou da pesquisa documental. Fiel à tradição do "intelectual" como divulgador de opiniões, desde Émile Zola, Hobsbawm defendeu teses, assinou manifestos e escolheu um lado. Empenhou-se desta forma por um mundo que considerava mais justo, mais democrático e mais humano. Claro está que, autor de obra tão diversa, nem sempre se concordará com suas afirmações, suas teses ou perspectivas de futuro. Esse é o desiderato de todo homem formulador de ideias. Como disse Hegel, a importância de um homem deve ser medida pela importância por ele adquirida no tempo em que viveu. E não há duvidas que, eivado de contradições, Hobsbawm é um dos homens mais importantes do século XX.
Eis que, no entanto, a Revista Veja reduz o historiador à condição de "idiota moral" (cf. o texto "A imperdoável cegueira ideológica da Hobsbawm", publicado em www.veja.abril.com.br). Trata-se de um julgamento barato e despropositado a respeito de um dos maiores intelectuais do século XX. Veja desconsidera a contradição que é inerente aos homens. E se esquece do compromisso de Hobsbawm com a democracia, inclusive quando da queda dos regimes soviéticos, de sua preocupação com a paz e com o pluralismo. A Associação Nacional de História (ANPUH-Brasil) repudia veementemente o tratamento desrespeitoso, irresponsável e, sim, ideológico, deste cada vez mais desacreditado veículo de informação. O tratamento desrespeitoso é dado logo no início do texto "historiador esquerdista", dito de forma pejorativa e completamente destituído de conteúdo. E é assim em toda a "análise" acerca do falecido historiador. Nós, historiadores, sabemos que os homens são lembrados com suas contradições, seus erros e seus acertos. Seguramente Hobsbawm será, inclusive, criticado por muitos de nós. E defendido por outros tantos. E ainda existirão aqueles que o verão como exemplo de um tempo dotado de ambiguidades, de certezas e dúvidas que se entrelaçam. Como historiador e como cidadão do mundo. Talvez Veja, tão empobrecida em sua análise, imagine o mundo separado em coerências absolutas: o bem e o mal. E se assim for, poderá ser ela, Veja, lembrada como de fato é: medíocre, pequena e mal intencionada.
São Paulo, 05 de outubro de 2012
Diretoria da Associação Nacional de História
ANPUH-Brasil
Gestão 2011-2013
Na última segunda-feira, dia 1 de outubro, faleceu o historiador inglês Eric Hobsbawm. Intelectual marxista, foi responsável por vasta obra a respeito da formação do capitalismo, do nascimento da classe operária, das culturas do mundo contemporâneo, bem como das perspectivas para o pensamento de esquerda no século XXI. Hobsbawm, com uma obra dotada de rigor, criatividade e profundo conhecimento empírico dos temas que tratava, formou gerações de intelectuais. Ao lado de E. P. Thompson e Christopher Hill liderou a geração de historiadores marxistas ingleses que superaram o doutrinarismo e a ortodoxia dominantes quando do apogeu do stalinismo. Deu voz aos homens e mulheres que sequer sabiam escrever. Que sequer imaginavam que, em suas greves, motins ou mesmo festas que organizavam, estavam a fazer História. Entendeu assim, o cotidiano e as estratégias de vida daqueles milhares que viveram as agruras do desenvolvimento capitalista. Mas Hobsbawm não foi apenas um "acadêmico", no sentido de reduzir sua ação aos limites da sala de aula ou da pesquisa documental. Fiel à tradição do "intelectual" como divulgador de opiniões, desde Émile Zola, Hobsbawm defendeu teses, assinou manifestos e escolheu um lado. Empenhou-se desta forma por um mundo que considerava mais justo, mais democrático e mais humano. Claro está que, autor de obra tão diversa, nem sempre se concordará com suas afirmações, suas teses ou perspectivas de futuro. Esse é o desiderato de todo homem formulador de ideias. Como disse Hegel, a importância de um homem deve ser medida pela importância por ele adquirida no tempo em que viveu. E não há duvidas que, eivado de contradições, Hobsbawm é um dos homens mais importantes do século XX.
Eis que, no entanto, a Revista Veja reduz o historiador à condição de "idiota moral" (cf. o texto "A imperdoável cegueira ideológica da Hobsbawm", publicado em www.veja.abril.com.br). Trata-se de um julgamento barato e despropositado a respeito de um dos maiores intelectuais do século XX. Veja desconsidera a contradição que é inerente aos homens. E se esquece do compromisso de Hobsbawm com a democracia, inclusive quando da queda dos regimes soviéticos, de sua preocupação com a paz e com o pluralismo. A Associação Nacional de História (ANPUH-Brasil) repudia veementemente o tratamento desrespeitoso, irresponsável e, sim, ideológico, deste cada vez mais desacreditado veículo de informação. O tratamento desrespeitoso é dado logo no início do texto "historiador esquerdista", dito de forma pejorativa e completamente destituído de conteúdo. E é assim em toda a "análise" acerca do falecido historiador. Nós, historiadores, sabemos que os homens são lembrados com suas contradições, seus erros e seus acertos. Seguramente Hobsbawm será, inclusive, criticado por muitos de nós. E defendido por outros tantos. E ainda existirão aqueles que o verão como exemplo de um tempo dotado de ambiguidades, de certezas e dúvidas que se entrelaçam. Como historiador e como cidadão do mundo. Talvez Veja, tão empobrecida em sua análise, imagine o mundo separado em coerências absolutas: o bem e o mal. E se assim for, poderá ser ela, Veja, lembrada como de fato é: medíocre, pequena e mal intencionada.
São Paulo, 05 de outubro de 2012
Diretoria da Associação Nacional de História
ANPUH-Brasil
Gestão 2011-2013
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
NOVIDADES Sobre o XXVII Simpósio Nacional de História
A
Anpuh-Brasil tem a satisfação de convidar a comunidade de pesquisadores
para o XXVII Simpósio Nacional de História, evento que ocorrerá de 22 a
26 de julho de 2013 na UFRN, em Natal -
RN.
O período de inscrições de propostas de simpósios temáticos e minicursos já se iniciou e irá até o dia 02 de dezembro de 2012.
Acessem o site do evento: http://www.snh2013. anpuh.org/site/capa
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Outro livro que vale MUITO a pena ler sobre cinema
Aqueles que acompanham meu trabalho, sabem que
insisto em divulgar alguns livros publicados recentemente e que considero incontornáveis.
Entre eles cito Cinematógrafo - organizado por Jorge Nóvoa e
Marcos Silva (2009); Mikhail Bakhtin: linguagem, cultura e mídia
- organizado por Ana Ribeiro e Igor Sacramento (2010).
Felizmente, por indicação de um aluno (que me
desculpo, esqueci o nome - pode lembrar!) estou lendo outro desta mesma
qualidade. Na mesma linha dos demais, ou seja, trazendo contribuições
fundamentais aos campos que se dedicam - uma novidade editorial, em si - A
narrativa cinematográfica - de Gaudreault e Jost (2009) pode ser
acrescentado aos dois.
Trata-se de uma obra que aborda a narrativa do cinema,
visitando e refletindo sobre alguns dos postulados e autores que já escreveram sobre ela. Citam autores "clássicos"! (pensando no cinema, claro) Acreditem, eles exitem! Mas, além de citá-los, buscam referir-se às contribuições que fizeram
ao campo, debatendo-as. Uma novidade? Sim.
Vale a pena ler! (Embora, confesso, eu esteja, ainda, no segundo capítulo)
Tal como as duas anteriores, esta obra nos coloca
a par de um debate que é decisivo, mas que muitos tomam como respondido ou que,
simplesmente, negligenciam para não serem obrigados a refletir sobre o que já foi
escrito e as possíveis lacunas em suas próprias argumentações...
Uma lástima que isso ocorra. Mas, este "fenômeno" faz com que, cada vez mais, as obras sobre o mesmo inundem as bibliotecas, atendendo às "demandas"
acadêmicas da "pós-modernidade"... (risos!)
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